sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

C-H-O-C-O-L-A-T-E!

E amanhã é dia de curso de chocolate.=)
Tenho para mim que vai ser bastante produtivo, quer em termos de conhecimentos adquiridos quer em termos de aumento da chata, teimosa e inoportuna celulite. De qualquer forma, quem é que quer saber da inoportuna C. quando está com uma trufa de chocolate a derreter na boca?! Eu não...

Depois posto fotos para se roerem de inveja!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mas que calor de Primavera é este!?
E eu fechada entre 4 paredes... Vida ingrata!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E continuam a chegar...=)
Tãoooo bom!




segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Obrigada!

Não vá alguém ficar amuado com a minha desconsideração, deixo aqui um muito obrigado a todos os que se lembraram de mim e que acompanharam a lembrança com um belo presente! Ahahahah
Agora a sério, obrigada!=)

(Dona G. eu não quis dizer nada mas, sinto-em mal com esta omissão. Não aguentei ter um livro embrulhado na carteira e uma viagem de 45min pela frente sem nada para fazer, e por isso abri o teu presente antes do dia 18. Pronto, já disse!)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A eleita

De todas as prendinhas recebidas no dia 18, devo dizer que a que mais gostei veio num envelope com um recheio bastante apelativo, acompanhado da frase: "É para comprares o que quiseres". Melhor impossível! É que efectivamente, veio em excelente altura porque andava há já algum tempo a cobiçar certos objectos, os quais teimo em designar de fúteis e caros, e que portanto sem um incentivo extra dificilmente os podia comprar.
Por exemplo, numa das formações pude testemunhar de perto o que uma batedeira kenwood é capaz de fazer, e posso afirmar que com uma destas cá em casa iam acontecer verdadeiras proezas culinárias. Oh se iam! O problema... hm... o problema é que é cara como o raio! A mais "fraquinha" custa 199€. Lá está: fútil e cara! Porque afinal, que é que precisa de uma batedeira tão cara?! Ninguém pois tá claro, mas fazia cá um jeito!
Outro objecto cobiçado aqui pela menina é uma máquina fotográfica, uma qualquer, de uma marca qualquer, com uma cor qualquer, desde que seja relativamente boa. No entanto, apesar de eu dizer que me faz falta que isto e que aquilo, tenho a certeza que ao fim da primeira semana, depois de a explorar convenientemente, arrumava a dita e só lhe voltava a pegar umas 4 vezes por ano, em média. Portanto, é mais um objecto que se insere na categoria fútil e caro.
E por último, ando a cobiçar há muitooo tempo um relógio. Quando digo há muito tempo, quero dizer à cerca de um ano, ou mais. E podem até dizer que um relógio não é um objecto que se possa inserir na categoria fútil, mas eu discordo. Para mim, um relógio não é um simples objecto que me indica as horas, mas antes um acessório. Logo, um acessório caro é uma coisa fútil. Hmpf!
Posto isto, devo dizer que não foi nada fácil escolher um destes objectos. A discussão entre o Tico e a Teca foi dura. o Teco argumentava que fútil por fútil mais valia comprar a máquina fotográfica que ao menos podia vir a ser bastante útil, ao que a teca contra-argumentava que a batedeira era capaz de ser mais utilizada que a máquina fotográfica e, consequentemente mais útil... Não chegavam a um consenso e por isso, aqui a menina decidiu acabar com a discussão. Nenhum ganhava. Nenhum perdia. Aqui a menina é que ia perder a cabeça e comprar o relógio. Ponto.
O relógio cobiçado há já muito tempo era o The One. Nem sou muito de coisas ostensivas , mas achava mesmo piada ao relógio. O único problema é que o relógio virou moda. Muita gente o tem e eu, eu aqui confesso que às vezes teimo que sou diferente. Enfim, é uma mania como outra qualquer! Não ia gostar muito simplesmente de me ver com o mesmo relógio que uma boa parte da população feminina portuguesa tem, nem que fosse uma imitação do dito. Por isso, quando decidi que já não queria aquele e que ia ter que encontrar outro, já sabia que o processo ia ser doloroso e longo. Dito e feito. Corri todas as relojoarias, ourivesarias e coisas do género , ao ponto de já nem saber muito bem que tipo de relógio queria. Depois lá encontrei novamente o foco. Queria uma coisa simples e elegante, e por isso respirei fundo e pedi para experimentar alguns exemplares que achei dignos da minha difícil pessoa.
A primeira escolha foi um Dolce&Gabana que estava dentro do orçamento mas que me ia deixar com apenas 1cêntimo de troco, e por isso reconsiderei. Mais uma volta pela loja e morri de amores por um Calvin Klein que me deixava mais que um mero cêntimo de troco. Mas, não sei porquê, mesmo adorando o relógio resolvi dar outra volta pela loja e foi então que o vi. Um The One, giro, simples e elegante, que nunca tinha visto no pulso de ninguém, e que custava menos de 100€. Perfeito. Experimentei e a escolha foi óbvia...!


Sobraram-me portanto uns belos euros com os quais , se calhar, vou comprar uma máquina fotográfica. A kenwood terá que ficar para outros carnavais, com muita pena minha. A não ser que... Bem, adoro receber presentes! Estejam à vontade! Minha morada é... Risota!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

É oficial!

E pronto, é oficial! Há 1/4 de século, precisamente às 18h20, estava eu cheia de pressa para ver o mundo e soltar o meu grito de revolta. Nem acredito que já passou tanto tempo! Snif snif!
A primária, os primeiros amigos, os primeiros "namorados", as conversas atrás da escola com a minha melhor amiga, as zangas de recreio que não passavam disso mesmo, de zangas de recreio que acabavam mal o dito acabava...
O básico, a "maria-rapaz" que aqui a menina era e a sua transformação em apenas "maria" quando percebeu que afinal jogar à bola com os rapazes era capaz de não ser muito boa ideia, já que a tomavam como um deles...
O secundário e toda a evolução, toda a luta travada com os meus pais para sair com os amigos até mais tarde, para ir jantar com os amigos e ir para os bares, para as discos na zona industrial do Porto, toda a luta para ficar a dormir em casa de amigas para ninguém perceber que tinha bebido uns copitos ou para ninguém perceber o cheiro a tabaco na roupa, o começo dos verdadeiros stresses com o sexo masculino...
A universidade, onde tive a minha grande crush e uma luta descomunal para a esquecer, as saídas, as bebedeiras, as noites bem passadas, os dias de ressaca, o fazer o que quero quando quero porque quero, a sensação de liberdade total, e com ela o reconhecimento da pessoa aparrada que sou e sempre serei... (ahahahah)
Nem acredito como o tempo passou tão rápido!... Snif!
Nem acredito que o meu pai já não está comigo!...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Amuei!

Os CTT são uns antecipa-surpresas! Bah!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

a) ou b)?!

Devo dizer que eu só gosto de ir ao cinema quando acho que o filme vale mesmo a pena, ou seja quando acho que o filme vale o custo do bilhete. Óbvio que já fui ao cinema ver filmes da treta, mas isso aconteceu quando era adolescente e a ida ao cinema era por si só um programa fantástico e portanto, o filme era um... hmm... um mero pormenor ou então, quando vou a uma sessão com amigos e a escolha não recaí unicamente sobre mim.
Como estava a dizer, como só vou ao cinema quando acho que o filme é merecedor da minha ilustre pessoa, e como acho muito sinceramente que ir acompanhada ao cinema me desvia a atenção do que se passa no ecrã, desde há uns tempos para cá, desenvolvi o gosto de ir ao cinema sozinha. É fantástico! Vou quando quero, onde quero, à sessão que quero, ver verdadeiramente o filme que quero e não tenho ninguém ao lado a comer pipocas e a comentar o filme ao meu ouvido. Posso virar toda a minha atenção para o que se está a passar na tela.
É verdadeiramente fantástico, experimentem! E não, nunca me aconteceu nenhuma "situação" caricata. Só uma situação estúpida por parte de um funcionário no Fórum Aveiro que me questionou umas 3 vezes se eu queria MESMO ir à sessão das 0h ver O Cavaleiro das Trevas, "Mas quer mesmo?, É que para já não há mais ninguém para essa sessão"... Pfff!!!
No entanto, ando já há alguns dias com dúvidas profundas acerca da minha próxima sessão de cinema. Não sei mesmo o que quero ver e isso, bem isso irrita-me!
As opções são:
a) O Discurso do Rei
b)127 horas

É que não consigo mesmo decidir-me. E ir ver os dois está fora de questão... Já alguém viu algum? Já alguém viu os dois? E então? Há preferências? Huh?
Hmpf!