Este foi um final de tarde com o coração apertadinho, com os dedos a fazerem figas e com a tv sintonizada na rtp2! Infelizmente, o Xôr Nelson Évora perdeu a tão desejada medalha de ouro para a Ave Rara britânica não deixando de ser contudo, um belo momento. Fomos, sem dúvida alguma, extremamente bem representados!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Finalmente!
Há já algum tempo que ando a tentar ler um livro escrito pelo nosso carissímo nobel, o Xôr José Saramago. Desta feita há muitoooo tempo atrás comecei a ler o Ensaio sobre a Lucidez, leitura essa que nunca passou de umas quantas páginas iniciais, porque a escrita era estranha e às vezes tinha que ler a mesma página mais que uma vez, porque a história não me "prendia", porque não estava num bom dia para ler aquele tipo de livro, porque estava farte de começar a reler o livro vezes sem conta, enfim, desisti e o mesmo voltou para a devida estante. Mais tarde, a Xôra D. falou-me do livro As Intermitências da Morte, que era espetácular que isto e aquilo. Vai dai, a menina arrocha na primeira feira do livro pega no dito e compra-o, renovada de esperanças de que finalmente iria ler um livro do Xôr nobel! Infelizmente, na altura, apenas li a primeira página no caminho feira do livro-casa, sendo que na chegada a casa ele foi para a estante dos livros por ler. E lá ficou, até ao passado mês de Julho.
Li-o, finalmente! Não devorei, como aliás é meu costume. Li, com toda a paciência do mundo, pausadamente, entre um banho e outro no mar e gostei. Realmente gostei do livro, excepto ali uma parte entre... hm... a página 49 e a 147... Risotah! Mas enfim, vale a pena, mesmo com tantas páginas "chatas", é sem dúvida alguma uma bela história. E quem sabe, um dias destes pego de uma vez por todas no Ensaio sobre a Lucidez e leio-o até ao fim, sem pausas, sem recomeços. =)
Li-o, finalmente! Não devorei, como aliás é meu costume. Li, com toda a paciência do mundo, pausadamente, entre um banho e outro no mar e gostei. Realmente gostei do livro, excepto ali uma parte entre... hm... a página 49 e a 147... Risotah! Mas enfim, vale a pena, mesmo com tantas páginas "chatas", é sem dúvida alguma uma bela história. E quem sabe, um dias destes pego de uma vez por todas no Ensaio sobre a Lucidez e leio-o até ao fim, sem pausas, sem recomeços. =)
sábado, 8 de agosto de 2009
Bela recepção... ou não!
Chega a menina arrocha a casa, depois de todo um ano complicado, depois de um trânsito de doidos, depois de perder água por tudo quanto é poro e depara-se com uma foto sua da comunhão solene ampliada, no único canto da casa que é só seu, e pensa: epah... que m**** é esta!? WTF***?! Oi?! E berra: quem é que meteu isto aqui?! Eu não quero isto aqui!
De repente como quem não está nada à espera da reacção da menina arrocha, surge o Dadi, obviamente com cara de "mas mas... o quê?! Não gostaste?!", Logo acompanhado, de seguida, pela Mami.
Obviamente, eu continuei, quase aos berros, a dizer que obviamente não tinha gostado! "Foto da comunhão!? Mas voltei a ter 12 anos e ninguém me avisa?! Que raio é que vos fez pensar que eu ia gostar disto?! Ainda por cima estou com cara de deficiente e enfiada num vestido branco! Sempre nutri um certo ódio por esta foto específica e vocês tau com ela?! E em ponto grande?!"
...Enfim, isto prolongou-se... Até que cessou com um ditador:"isto aqui não fica!".
Depois veio a parte pior... a parte em que eu sei que a Mami fica magoada comigo, mas não o expressa. Odeio isto! Odeio a psicologia invertida!...
Não fosse a foto realmente horripilante e eu até cedia... nem que a metesse pendurada atrás da porta mas... assim não. Assim não dá... e sinto-me mal por isso! MERDA!
O pior de tudo é que não percebo porque raio eles se foram lembrar disto! Nostalgia?! Wathever! Cá não pode ficar...
De repente como quem não está nada à espera da reacção da menina arrocha, surge o Dadi, obviamente com cara de "mas mas... o quê?! Não gostaste?!", Logo acompanhado, de seguida, pela Mami.
Obviamente, eu continuei, quase aos berros, a dizer que obviamente não tinha gostado! "Foto da comunhão!? Mas voltei a ter 12 anos e ninguém me avisa?! Que raio é que vos fez pensar que eu ia gostar disto?! Ainda por cima estou com cara de deficiente e enfiada num vestido branco! Sempre nutri um certo ódio por esta foto específica e vocês tau com ela?! E em ponto grande?!"
...Enfim, isto prolongou-se... Até que cessou com um ditador:"isto aqui não fica!".
Depois veio a parte pior... a parte em que eu sei que a Mami fica magoada comigo, mas não o expressa. Odeio isto! Odeio a psicologia invertida!...
Não fosse a foto realmente horripilante e eu até cedia... nem que a metesse pendurada atrás da porta mas... assim não. Assim não dá... e sinto-me mal por isso! MERDA!
O pior de tudo é que não percebo porque raio eles se foram lembrar disto! Nostalgia?! Wathever! Cá não pode ficar...
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Prefiro!
Não morro de amores por pessoas sem mistério. Quando se é muito transparente, muito risonho e educado é raro ser levado a sério. Prefiro os mais silenciosos, os que abrem a boca de menos, os mais serenos e mais perigosos, aqueles que ninguém define e que sempre analisam os fatos por um novo enfoque; prefiro os que têm estoque aos que deixam tudo à mostra na vitrine.
Em "Poesia Reunida"
Por Marta Medeiros
sábado, 25 de julho de 2009
Cheirou...
Cheirou a sol.
Cheirou a mar.
Cheirou a protector solar.
Cheirou a vento e a tapa-vento.
Cheirou a areia na focinheira.
Cheirou a gelados e a sorrisos rasgados.
Cheirou a coscuvilhice e a pares de namorados.
Cheirou a marés-vivas e a gato surfista, cujo nome não está na minha lista.
Cheirou a verão e a um pequeno escaldão.
Cheirou a molenguice no longoooo percurso praia-carrão e a resmunguice na condução.
Cheirou a banho quente e a aparranço.
... Cheirou bem...hm... o merecido descanço!xD
Cheirou a mar.
Cheirou a protector solar.
Cheirou a vento e a tapa-vento.
Cheirou a areia na focinheira.
Cheirou a gelados e a sorrisos rasgados.
Cheirou a coscuvilhice e a pares de namorados.
Cheirou a marés-vivas e a gato surfista, cujo nome não está na minha lista.
Cheirou a verão e a um pequeno escaldão.
Cheirou a molenguice no longoooo percurso praia-carrão e a resmunguice na condução.
Cheirou a banho quente e a aparranço.
... Cheirou bem...hm... o merecido descanço!xD
quarta-feira, 22 de julho de 2009
"A curiosidade matou o gato!"
Ultimamente, tenho devorado com bastante ansiedade cada página de cada livro da saga Luz e Escuridão, da autora Stephenie Meyer. Pelo que, tudo que se relaciona com a história, todos os detalhes, todas as curiosidades me despertam interesse...
Desta feita, ontem a minha curiosidade foi espicaçada pela Xôra A. quando esta disse que a capa dos livros tinha um significado. Ora, a Menina Arroca começa a olhar para a capa do quarto, Amanhecer (o qual ainda não leu), e começa a questionar-se sobre o seu derradeiro significado.
Menina Arrocha: Isto é o quê?! A rainha e o rei?! (Como quem percebe imenso de xadrez...)
Xôra A.: Hm... não. É a rainha e o peão. Basicamente isto retrata a tranformação da Bella.
Menina Arrocha tenta pensar que ouviu mal! Transformação?! Será que...
Xôra A. continua: Tipo o peão retrata a Bella antes da transformação por isso é que está a vermelho... hm...do sangue. E depois a Rainha... o branco pela falta de sangue, da transformação.
PÂNICO!
Como é que é possível?! Tantas conjecturas acerca do possível desfecho... tanto devorar de página e... e... assim... pela simples análise da capa... BAH!
É óbvio que este seria o desfecho mais provável mas, mesmo assim a Menina Arrocha preferia não saber! Rais parta a curiosidade!!! Hmpfff
Menina Arrocha: Isto é o quê?! A rainha e o rei?! (Como quem percebe imenso de xadrez...)
Xôra A.: Hm... não. É a rainha e o peão. Basicamente isto retrata a tranformação da Bella.
Menina Arrocha tenta pensar que ouviu mal! Transformação?! Será que...
Xôra A. continua: Tipo o peão retrata a Bella antes da transformação por isso é que está a vermelho... hm...do sangue. E depois a Rainha... o branco pela falta de sangue, da transformação.
PÂNICO!
Como é que é possível?! Tantas conjecturas acerca do possível desfecho... tanto devorar de página e... e... assim... pela simples análise da capa... BAH!
É óbvio que este seria o desfecho mais provável mas, mesmo assim a Menina Arrocha preferia não saber! Rais parta a curiosidade!!! Hmpfff
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
"...O hidrogénio odeia... hmpf... a solidão. Como não gosta de ficar sozinho em casa, o que ele faz é juntar-se com grande facilidade a outros átomos. Se fosse uma mulher... hmpf... o hidrogénio seria uma prostituta."
Os russos riram-se. Esta conversa já era mais do seu meio. "E as mamas?", Perguntou Igor num tom alarve. "E as mamas? Hã? São grandes?"
Cummings arrependeu-se de ter recorrido aquela metáfora perante tal plateia e pôs um ar digno, como se não tivesse escutado os comentários "O que eu quero dizer com isto é que o hidrogénio, sendo extraordináriamente abundante, quase só se enconta na forma híbrida. Por exemplo, quando o hidrogénio se aproxima do oxigénio cola-se logo a ele, formando a água. Se por acaso é o nitrogénio que passa nas redondezas, o hidrogénio associa-se de imediato e ambos formam a amónia. E, se o átomo que passar for o carbono, o hidrogénio agarra-se a ele e... hmpf... nascem os hidrocarbonos."
"Grande puta!" grunhiu um dos russos, às gargalhadas. "Vai com o primeiro átomo que lhe passa à frente! Quer ser penetrada pelos electrões de toda a gente!"
"Humpf...e o que é a água? São dois átomos de hidrogénio associados a um de oxigénio."
"Ménage à trois", atirou um russo lá de trás, não resistindo à tentação da piadinha.
"Zatknís!", vociferou Orlov, mandando o prevaricador calar-se e fixando nele o olhar ameaçador "Dizes mais uma e vais ver o que te acontece".
Em O Sétimo Selo
Por José Rodrigues dos Santos
De chorar a rir!
Este é o segundo livro que leio do Xôr José e, tal como o primeiro, este não me deixou de todo decepcionada. São histórias que prendem qualquer leitor, repeletas de informações realmente interessantes. São livros com os quais se aprende sempre mais um bocadinho.
Os russos riram-se. Esta conversa já era mais do seu meio. "E as mamas?", Perguntou Igor num tom alarve. "E as mamas? Hã? São grandes?"
Cummings arrependeu-se de ter recorrido aquela metáfora perante tal plateia e pôs um ar digno, como se não tivesse escutado os comentários "O que eu quero dizer com isto é que o hidrogénio, sendo extraordináriamente abundante, quase só se enconta na forma híbrida. Por exemplo, quando o hidrogénio se aproxima do oxigénio cola-se logo a ele, formando a água. Se por acaso é o nitrogénio que passa nas redondezas, o hidrogénio associa-se de imediato e ambos formam a amónia. E, se o átomo que passar for o carbono, o hidrogénio agarra-se a ele e... hmpf... nascem os hidrocarbonos."
"Grande puta!" grunhiu um dos russos, às gargalhadas. "Vai com o primeiro átomo que lhe passa à frente! Quer ser penetrada pelos electrões de toda a gente!"
"Humpf...e o que é a água? São dois átomos de hidrogénio associados a um de oxigénio."
"Ménage à trois", atirou um russo lá de trás, não resistindo à tentação da piadinha.
"Zatknís!", vociferou Orlov, mandando o prevaricador calar-se e fixando nele o olhar ameaçador "Dizes mais uma e vais ver o que te acontece".
Em O Sétimo Selo
Por José Rodrigues dos Santos
De chorar a rir!
Este é o segundo livro que leio do Xôr José e, tal como o primeiro, este não me deixou de todo decepcionada. São histórias que prendem qualquer leitor, repeletas de informações realmente interessantes. São livros com os quais se aprende sempre mais um bocadinho.
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